USP promove evento com o título “Criança Viada Travesti na Escola”

USP promove evento com o título “Criança Viada Travesti na Escola”

27 outubro, 2017 0 Por Jovens Cristãos

A ideologia do gênero e a doutrinação ideológico nas instituições educacionais tem sido cada vez mais evidente – seja nas escolas, faculdades e universidades. Prova disso é que, na última segunda-feira (23), a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP) realizou a “roda de debate”, intitulada “Visita de Tráfico Infantil na Escola”.

Na própria descrição do evento realizado pelo “FEUSP Colectivo de Diversidade Sexual e Sexualidade”, o site da Faculdade cita a obra de arte “CRIANÇA VIADA“, da artista do estado do Ceará, Bia Leite, que expõe fotos de crianças influenciadas pela ideologia do gênero, afirmando que eles “desafiaram os estereótipos da masculinidade e da feminilidade”.

A publicação do evento do Facebook já foi desativada, mas também afirmou que a “roda de discussão” visava “falar sobre orientação sexual e identidade de gênero na infância e na adolescência em ambientes educacionais”.

Entre os convidados para o “debate” foram Luís Saraiva (Ph.D. em psicologia social, falando sobre “identidade de gênero” na infância e adolescência), Magô Tonhon (mestrado em estudos culturais pela USP, taróloga e criador do canal Voz Trans ) e Mayla Rosa (professora do ensino fundamental e auto-declarada “feminista interseccional”). Aparentemente, o “debate” se transformou em uma conversa porque não havia presença contraditória.

Entre as questões propostas no “debate” foram: “Quais discursos e práticas são desencadeadas na escola antes de uma CRIANÇA que desafia as normas de gênero e de ADOLESCENTES que assumem LGBT? CENSURA estabeleceu-se na escola? Como os Alunos, Profissionais de Educação , Pesquisadores e ativistas estão lutando para transformar a escola em um espaço de proteção, conhecimento e liberdade? ”

Atualmente, a USP custa R $ 4,8 bilhões por ano aos contribuintes no estado de São Paulo, conforme relatado em sua dotação orçamentária para 2017.

 

Ideologia do gênero na mídia

Este tipo de adoctrinamento ideológico também esteve presente em várias campanhas publicitárias e na mídia.

Recentemente, Guiame listou algumas empresas e marcas que se propuseram a associar sua imagem diretamente com a ideologia do gênero.

Depois de uma série de desculpas à ideologia do gênero e até à pedofilia, a rede Globo, por exemplo, foi duramente criticada e repudiada nas redes sociais, com a hashtag “#GloboLixo” alcançando os tópicos de tendência do Twitter todo o dia 9 de outubro.

Para tentar justificar-se, a estação usou o Fantastic para lançar sua nova campanha institucional e a ironia de seus críticos.

“Nós sabemos que você não fala com este 100 milhões, conversamos com 100 milhões de nós. Diferentes um do outro. Alguns ficam entusiasmados. Alguns são informados. Alguns como nós. Alguns dizem que não”, diz o texto da campanha, que é estrelado pela atriz Eliane Giardini.

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