Você acredita em amor à primeira vista?

Para muitos românticos de plantão, falar em amor à primeira vista é falar da manifestação mais autêntica e arrebatadora desse sentimento. Mas será que há fundamentação científica que justifique que duas pessoas, simplesmente ao cruzar o olhar, compreendam que estão feitas uma para outra?

Apesar de haver muitos relatos de pessoas que garantem ter encontrado sua metade da laranja quando menos esperava, e que em um instante foram capaz de vislumbrar que estavam diante do amor da sua vida, há muito poucos estudos que comprovam empiricamente o tema.

Um deles, realizado com 400 homens e mulheres holandeses no ano passado, traz conclusões que poderiam servir para confirmar que o amor à primeira vista não é apenas um conto.

Os participantes do estudo responderam uma enquete logo após o primeiro encontro com parceiros potenciais. Entre as perguntas, havia questionamentos sobre “quão fisicamente atraído estava pela pessoa que acabou de conhecer”, “se acreditava estar sentindo amor à primeira vista” e “quanta atração sexual sentiu”.

Ficou curioso para saber as principais conclusões do estudo? Pois aqui vai a lista:

1) Amor à primeira vista não é ilusão

Participantes do estudo realmente relataram haver sentido uma forte atração à primeira vista, que mais tarde se consolidou em um relacionamento. Tentar dizer que isso, na verdade, é uma ilusão criada pela memória da pessoa não é uma explicação satisfatória para os casos estudados.

2) Normalmente acontece com pessoas consideradas “bonitas”

Desconhecidos estão mais dispostos a relatar experiências de amor à primeira vista quando se sentem fisicamente atraídos. Aliás, ter um ponto a mais na escala de “atração” usada pelos investigadores significou uma possibilidade nove vezes mais alta de ser alvo do amor à primeira vista de alguém.

3) Homens são os que mais sentem

Mulheres são menos inclinadas a relatar uma experiência de amor à primeira vista. Os investigadores não listam os motivos para essa diferença no comportamento, mas poderia estar associada ao fato de serem mais seletivas sobre o primeiro encontro.

4) Amor à primeira vista nem sempre é recíproco

Fazendo uma comparação com os participantes do estudo, foi possível observar que o amor à primeira vista, normalmente, é um fenômeno que afeta apenas uma das partes. Isso sugere que esse momento em que ambos se apaixonam instantaneamente não é algo comum.

Porém, os investigadores suspeitam que o fato de haver uma das partes com essa experiência inicial tão intensa pode ajudar a moldar a experiência da outra parte envolvida, fazendo-a crer que também experimentou o “amor à primeira vista”.

5) Amor à primeira vista nem sempre é amor

Por mais sinais que indiquem que houve uma uma grande atração à primeira vista, segundo especialistas em terapia de casal, é importante entender que as características que estão associadas ao amor, como compromisso e intimidade, não são latentes nesses momentos, quando a pessoa relata estar vivendo um amor à primeira vista.

Essas emoções não são vividas com a mesma intensidade que relatam as pessoas que já estão em um relacionamento consolidado. O ponto positivo é que as pessoas que dizem sentir “amor à primeira vista” estão mais abertas e dispostas a avançar para o seguinte nível.

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